Grupos de trabalho viram moda para debater o futebol. Mas há resultado?

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da betway: Reunião para lá, grupo de trabalho para cá, pautas e mais pautas. De Brasília ao Rio de Janeiro, está na “moda” fazer grupos de trabalho e comissões para abordar temas que podem gerar transformações no futebol brasileiro. A mudança no estatuto da CBF foi um exemplo delas. Mas até que ponto as reuniões são produtivas? É a “pergunta do milhão”.

Na CBF, a reforma do estatuto (que deu mais força às federações e enfraqueceu os clubes) foi um dos resultados do Comitê de Reformas. O colegiado já parou de se reunir, deixando pelo caminho uma série de temas sem serem abordados.

– Estamos na confecção do relatório final. Aqueles assuntos todos foram sugestão do Comitê. Nossa ideia é, no que foi possível produzir em um ano, apresentarmos o resultado, mas que as comissões continuem, sem ficar na dependência do Comitê. Queríamos fazer o máximo possível em um ano e criar essa nova estrutura participativa – argumentou o secretário-geral da CBF, Walter Feldman.

Na própria CBF, o tema calendário vai ser discutido novamente. Se antes o debate se deu no próprio Comitê de Reformas, agora ele entrou na pauta de um grupo ligado ao projeto de internacionalização.

Além das discussões nas entidades de administração do futebol, há debates entre parlamentares e órgãos do governo. A Apfut, por exemplo, está vendo em um grupo de trabalho como classificar o que é a antecipação de receitas. Em outro, como se dará a fiscalização à aplicação das contrapartidas do Profut.

No Congresso, os debates parecem intermináveis. Discussões paralelas, na Câmara e no Senado, estudam mudanças na legislação esportiva. Até agora, a coisa está longe de virar realidade.

– Nosso anteprojeto já está tramitando como Projeto de Lei. Os próprios senadores irão passar a tratar do assunto diretamente – diz Wladimyr Camargos, relator da Lei Geral do Esporte na Comissão de juristas do Senado.

Tem muita coisa acontecendo. Se as medidas serão produtivas, só o tempo vai dizer.

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